(trecho do meu novo conto, publicado no Caos e Letras)
Um desconhecido, de boné vermelho virado para trás, enforcou-se no jacarandá-mimoso da minha casa.
Acordei com o sussurro de sua alma asfixiada sendo desalojada. Pela vidraça, só vi o boné. Balança que balança até estacar, o vermelho se destacando contra a xilogravura soturna da árvore, da corda e das casas opostas. Goeldi puro. Só faltavam os urubus, mas estes já tinham sido convocados. Leia mais.
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Conto pequeno, como a personagem, mas completo. Cativante.
ResponderExcluirComo você está mandando bem, Eduardo. Personagem forte, conto impactante. Mas nem pense em deixar seu narrador cortar o jacarandá...rs
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