terça-feira, 13 de julho de 2010

Voltando à ativa

Nada como a disciplina. Palavra feia, lembra militares, lembra escola. Mas autodisciplina é bom, lembra que não precisamos de militares nem de escolas (pelos menos não das escolas despreparadas de hoje).

Obriguei-me a acordar mais cedo todos os dias (sem a exceção dos domingos), e aos poucos estou colocando minhas leituras em dia.

Resumão acrítico dos últimos dias:

Em pouco tempo li três Piauís que estavam atrasadas, a última Serrote, o livro Ideias noturnas, do Eduardo Sabino, já resenhado aqui na semana passada, o S. Bernardo do Graciliano e uma coletânea de contos da Índigo ‒ além do maior desafio, terminei a leitura completa da Bíblia.

Terminei o curso de Criação Literária, coordenado pelo Nelson de Oliveira e pelo Claudio Brites, e comecei o concorrido curso de História da Arte com o Rodrigo Naves.

Fui ver a exposição do Rubens e seu ateliê de gravuras, fui ver a exposição da Anna Mariani no IMS, fui ver os cartazes russos no Tomie Ohtake, mas nada supera a experiência surreal de sábado, quando fui comprar um mero estojo na 25 de Março.

Vi Hitchcock, vi Godard (???), mas só em casa, ainda acho o cinema muito caro em São Paulo. Comprei alguns ingressos de teatro para as próximas semanas (Policarpo Quaresma, Lamartine Babo e Rebu, todos no Sesc). Fui nadar depois de meses de sedentarismo com colesterol.

Vi todos os países perderem a Copa para a Espanha. Voltei a dar as caras aqui no blogue e no Twitter.
 
E comi muita pizza.

Não é pouco para um ex-indisciplinado como eu.

1 comentários:

  1. Caramba, você está voltando com tudo! Que bom, logo virão os novos textos. Saudade.

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